“Peregrinação” estreia na Quinta da Regaleira

Dia 2 de Junho, às 21h30, a Quinta da Regaleira vai acolher a estreia da produção teatral que o Teatro TapaFuros preparou a partir do texto de Fernão Mendes Pinto, PEREGRINAÇÃO.

Seis anos volvidos, o Teatro TapaFuros regressa ao misterioso espaço mítico e de enorme valor simbólico, que servirá como nenhum outro esta “viagem”. PEREGRINAÇÃO é um espectáculo itinerante de grande impacto estético que no contexto específico dos Jardins da Quinta da Regaleira, encontra uma comunhão com o espaço fazendo deste um dos seus intérpretes, em conjunto com os actores e músicos.

Espectáculo transdisciplinar de carácter volante, pretende-se que a experiência seja total, como o Teatro. Durante o percurso nocturno, os espectadores serão convocados a integrar partes do espectáculo bem como serão surpreendidos por vários acontecimentos.

Uma experiência marcante que perdurará na memória é a recompensa a todos os que aguardaram o regresso do Teatro TapaFuros em PEREGRINAÇÃO. Aventuras cheirando a mar e incenso, em terras só d’imaginação fabricadas, e que Fernão Mendes Pinto e a sua fiel trupe revelarão aos olhos de quem teve o dom de esperar. Ter o Mundo todo no olhar. E sonhar.

A adaptação do texto e dramaturgia é de Jorge Telles de Menezes, a encenação é de Rui Mário e a música original de Pedro Hilário. A interpretação é de Bernardo Souto, Filipe Araújo, Inês Carvalho, Margarida Coelho, Miguel Moisés, Susana João e Vera Fontes. Júlio Almas assina a cenografia e adereços e Aida Afonso os figurinos.

PEREGRINAÇÃO estará em cena até 29 de Julho, às Sextas e Sábados, às 21h30. Tem classificação de M/12. Os bilhetes estão à venda na bilheteira da Quinta da Regaleira e nos postos de venda da TicketLine, pelo preço de 10 euros.

Sobre o Teatro TapaFuros

Fundado em 1990, com 26 anos de actividade ininterrupta, o grupo de Teatro TapaFuros tem desde sempre procurado a versatilidade que julga imprescindível face ao panorama cultural contemporâneo. O trabalho colectivo marca-se por uma estratégia bem definida de sensibilização de públicos e da sua recepção, sendo os espectáculos apresentados na rua a prova dessa aposta, ao fazer com que os espectadores se sintam integrados nos seus espectáculos, participando como figurantes num jogo teatral que se pretende, antes de mais comunicante – conforme sucedeu no largo fronteiro ao Palácio Nacional de Sintra, Quinta da Regaleira, Casa Mantero ou Parque da Liberdade.

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