20 de Maio- Visita à Vidigueira e Festival Islâmico de Mértola

A Alagamares promove dia 20 de Maio um passeio ao Alentejo, nomeadamente à Vidigueira (Ruínas Romanas de S. Cucufate e Quinta do Quetzal) e Festival Islâmico de Mértola

Inscrições para alagamaressintra@gmail.com ou 924203824 até 18 de Maio.

Preço: Sócios da Alagamares 45 euros Não Sócios (podem fazer-se até à data da visita, quota anual 12 euros) 50 euros.

Pagamento por depósito ou transferência bancária para  o

IBAN PT 50 0007.0341.00028990001.55

Inclui:

Viagem em Autocarro de turismo

Visitas guiadas aos locais indicados

Prova de vinhos na Quinta do Quetzal

Almoço na Vidigueira no restaurante “A Cascata”(entradas, sopa de cação, ensopado de borrego, sobremesa, café e bebidas)

Visita a Mértola

Tempo livre para visita ao Festival (jantar não incluído)

Partida Sintra 7h30m, Portela, junto à estação do comboio, do lado do tribunal, paragem em Lisboa, Campo Grande, debaixo do viaduto frente à Churrasqueira, direcção aeroporto 8h; Regresso a partir das 22h30m.

VILA ROMANA DE S.CUCUFATE

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A Vila romana de São Cucufate é um conjunto de ruínas romanas de vila romana Áulica do século I d.C. em Vila de Frades, Portugal. Este sítio arqueológico reúne vestígios de termas, jardim e um templo, posteriormente adaptado ao culto cristão: o convento dedicado a São Cucufate, um mártir executado em 304 na actual Catalunha. Supõe-se que foi uma importante casa agrícola, testemunhando a antiguidade e importância desta actividade no Alentejo.

A origem do sítio arqueológico de São Cucufate remonta à ocupação romana, no século I, com registo de várias alterações ao longo do tempo. No século II é feita uma segunda edificação e a casa terá sido refeita no século IV para dar origem a uma vila palaciana, cujas ruínas monumentais permanecem hoje, supondo-se que terá sido uma próspera casa agrícola.

Próximo do local original de entrada na vila, na sua frente, surge um templo dedicado a divindades não identificadas, com características semelhantes às do templo das ruínas romanas de Milreu, em Estói, perto de Faro. No século V o edifício foi convertido ao culto cristão.

Subsistem vestígios de um jardim com um tanque de pedra que poderá ter sido utilizado como piscina, um hábito comum numa região quente. Da vila permanecem dois corpos laterais com contrafortes, unidos por arcadas, sustentando um andar superior (hoje desaparecido) que terá albergado a zona residencial. A entrada dos fazia-se por três escadarias que davam acesso a uma zona elevada descoberta, e que se prolongava por uma área coberta por uma abóbada de que se vislumbram alguns vestígios.

No interior da construção surgem salas abobadadas que teriam servido para armazenar talhas destinadas de vinho e ao azeite, produtos agrícolas da região, valorizados pelos romanos.

Ao piso superior – a zona nobre – acedia-se por uma escada íngreme que contrasta com a grandiosidade do edifício, que faria acesso a uma varanda, correndo ao longo da fachada. Nas traseiras, vislumbra-se outro tanque. Da segunda construção (século II) foram conservados o triclínio, uma sala de refeições romana, com três leitos em volta de uma mesa, com um pavimento róseo.

Das termas subsiste a sua arquitectura com as canalizações em pedra que levavam a água as zonas do frigidário, bem como os arcos nas zonas das fornalhas que aqueciam o tepidário e o caldário. A norte desta zona termal são visíveis os muros que delimitavam a área de trabalho da propriedade, com os aposentos para criados ou escravos que se ocupavam da agricultura e um lagar.

Foi classificada como Monumento Nacional em 1947.

QUINTA DO QUETZAL

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A Quinta do Quetzal situa-se no coração da região do Alentejo nas encostas da Vidigueira. Fica nas imediações da mais antiga adega romana de que há registo na Península Ibérica. O microclima e as nossas colinas criam as condições ideais para um terroir único. Aqui as uvas crescem num solo rico em xisto, a pedra da região. A sua excecional qualidade permite produzir vinhos em quantidades limitadas, que expressam o caráter da região envolvente. A nossa moderna adega preserva as antigas tradições e técnicas de produção vinícola romanas e alentejanas. As uvas são introduzidas na adega, pela pura ação natural da gravidade, e transformadas em vinhos excelentes nas nossas caves. As caves localizam-se a grande profundidade debaixo da terra por forma a criar uma temperatura naturalmente fresca em que as uvas podem envelhecer gradualmente.

Para completar a experiência Quetzal, foi criado um novo edifício que aloja um restaurante, uma loja e um centro de arte. O edifício está parcialmente revestido a xisto, destacando-se e integrando-se simultaneamente com fluidez na envolvente. O espaço circundante foi concebido para incorporar plantas nativas naturais de modo a maximizar a experiência do habitat natural do Alentejo.

Cees e Inge de Bruin são colecionadores e patrocinadores de arte contemporânea. Mantêm há mais de 40 anos, juntamente com a família, uma forte ligação a Portugal. O projeto da Quinta do Quetzal expressa a sua paixão pela cultura, natureza, gastronomia e vinhos portugueses que desejam partilhar. Todos os anos, em colaboração com a sua filha Aveline de Bruin, organizam uma nova exposição na propriedade, em que o ponto de partida é a coleção privada da família e as suas ligações ao mundo da arte.

FESTIVAL ISLÂMICO

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A magia do Festival Islâmico regressa às ruas do Centro Histórico de Mértola de 18 a 21 de maio. A Câmara Municipal, entidade organizadora, está em contagem decrescente para o maior evento do concelho. Aqui, a herança islâmica da Vila-Museu mistura-se com mercadores e artesãos vindos da bacia do Mediterrâneo, numa celebração cultural única.

A 9.ª Edição do Festival Islâmico volta a apostar no mercado de rua – souk, na música, nas exposições, nas conferências, no teatro e na gastronomia.

http://www.festivalislamicodemertola.com/

Consulte o programa

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