Agenda Cultural- 30 de junho a 7 de julho

“Jack” na Quinta da Ribafria

No próximo dia 1 de julho, a BYFURCAÇÃO apresenta, em estreia, a sua mais recente produção”JACK”, nos jardins da Quinta da Ribafria, em Sintra.

Sinopse: Nas ruas de Whitechappel corre o rumor de que um monstro anda à solta. Várias pessoas são assassinadas de um modo brutal e desumano.

Quem é o autor deste hediondo crime? Que “Ser”é este? Com que motivos deambula por estreitas ruelas de negrume? Esta é a viagem ao nosso interior, à descoberta de quem somos e de que besta se esconde dentro de nós.

M/16Duração: 75 min

Preço: 12€ (desconto de 10% para Munícipes de Sintra mediante apresentação de um comprovativo demorada válido por bilhete.

Desconto aplicável a bilhetes vendidos/levantados na bilheteira da Quinta da Ribafria e restantes postos de venda exceto Internet).

FICHA TÉCNICA Texto: João Ascenso; Encenação: Paulo Cintrão; Interpretação: Alexandra Pato, Ana Lúcia Magalhães, Carlos Gonçalves, João Ascenso, Maria Curado Ribeiro e Mariana Sardinha; Música Original: Nuno Cintrão; Figurinos: Piedade Cintrão; Cenografia: Carlos Gonçalves; Imagem: José Frutuoso; Movimento: Daniel Cerca Santos; Som e Luz: David Cipriano e Tiago Santos; Apoio a montagens: Eugénio Cruz e Fernando Fernandes; Fotografia: Ricardo Rodrigues; Vídeo: Ricardo Reis; Produção: Sandra Cruz e Telma Grova–bYfurcação Teatro; Agradecimentos: Lázaro Prego; Promotor: Fundação Cultursintra  

Os Instantâneos no Centro Cultural Olga Cadaval

02/07/2021 | 21:00

Os Instantâneos regressam ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval, para celebrar uma década de existência no dia 2 de julho pelas 21h.Inspirados por pequenas histórias contadas pelo público, os Instantâneos levarão o público numa inesquecível viagem improvisada aos “portugueses” anos 40.

“Evaristo” é um espetáculo onde tudo poderá e irá acontecer.

Os Instantâneos contam com 10 anos de existência, são os criadores do único Festival Internacional de Improviso a nível nacional e uma das referências internacionais da improvisação teatral de Portugal.

Promotor: Câmara Municipal de Sintra Classificação etária: > 16 anos

Bilhetes à venda na Ticketline

Ricardo III na Quinta da Regaleira

Os jardins da Quinta da Regaleira o palco, seres soturnos, intemporais, revelam-se para nos contar a história.
Maquiavélico e subversivo, Ricardo III é o vilão mais famoso de Shakespeare.
Neste drama histórico, Ricardo III é inteligente, subversivo, imoral e profundamente permeável à influência misteriosa do mal ao longo da sua demanda pessoal. Na teia que monta pela conquista da coroa é criador de uma trama política e familiar terrível e sem paralelo.
As acções extremas de manipulação ocorrem em sucessão, à medida que deixa revelar o lado mais cru e cruel, seu e do ser humano. Haverá, no entanto, algum poder maior que a ambição e força obsessiva de Ricardo III? Será Ricardo III, completamente desprovido de culpa, remorso e medo? Qual seria realmente a sua motivação derradeira?
Todos os contornos desta história vão ser revelados nos jogos palacianos e nas sombras dos jardins sobrenaturais da Quinta da Regaleira.

Ficha técnica e artística:

Texto Original | William Shakespeare
Tradução e adaptaçao de texto | Raquel Gomes
Encenação | Samuel Saraiva
Assistência de Encenação | Rui Mário
Música Original | Pedro Hilário
Interpretação | Anna Leppänen, Artur Dinis, Francisco Sousa, Sérgio Moura Afonso, Susana João, Vera Fontes e Zé Redondo
Voz Off Infantes | Rita Bento e Inês Pereira
Execução de Guarda Roupa e Figurinos | Sónia Marques e Xana Capela
Grafismo | Júlio Almas
Apoio ao Grafismo | Samuel Saraiva
Cenários e Adereços | Júlio Almas
Desenho de luz | Show Ventura
Operação de som e luz | Show Ventura
Montagem técnica | Show Ventura
Fotografia | Sérgio Santos
Produção Executiva | Joana Rodrigues
Produção | Teatro TapaFuros

Preço:
12€
Desconto de 10% para Munícipes

Aconselha-se agasalho e calçado confortável

As viagens de Marco Polo na Quinta da Ribafria

03/07/2021 | 16:00 – 29/08/2021 | 16:00

A Rugas-Associação Cultural vai apresentar o espetáculo ‘As Viagens de Marco Polo’ na Quinta da Ribafria. Espetáculo para a infância e famílias classificado para maiores de 3 anos, com a duração de 50 minutos, estará em cena na sala 1 das Galerias da Quinta da Ribafria até 29 de agosto, aos sábados e domingos pelas 16.00h.O preço é de 5€ (desconto de 10% para Munícipes de Sintra mediante apresentação de um comprovativo de morada válido por bilhete.

Desconto aplicável a bilhetes vendidos/levantados na bilheteira da Quinta da Ribafria e restantes postos de venda exceto Internet).

Apresentação da revista LA Magazine

03/07/2021 | 16:30 – 19:30

La MagaZine é um projeto editorial multidisciplinar que pretende estimular a criação e circulação de trabalhos por parte jovens artistas e escritores, tornando-os mais próximos de diferentes tipos de público. A edição de uma revista de artes e literatura surge da vontade de apresentar os trabalhos desenvolvidos, em contexto académico ou profissional, por partes de criadores em início de carreira. O projeto é desenvolvido pelo coletivo La Maga, um grupo informal de artistas sediado entre Sintra e Lisboa, e integra o movimento Claraboia, um projeto da associação A3 em colaboração com a associação Dínamo.

Este primeiro número da revista conta com trabalhos de artistas como João Viotti; Carolina Lino; Diogo Henriques; Pedro Tinoco; Hannah Archimbault e escritores como Catarina Real; Vasco Macedo; Alejandro Albarrán; Manel Seatra e Guilherme Vilhena Martins, para além dos próprios textos, obras e entrevistas dos membros do coletivo La Maga. Os trabalhos publicados pertencem a áreas tão diversas quanto o desenho, poesia, banda desenhada, pintura, fotografia e ilustração.

Dia de 3 Julho acontecerá, no jardim da Biblioteca Municipal de Sintra, o lançamento da revista. A entrada é livre.

Sessões informativas sobre candidaturas ao Europa Criativa

O Centro de Informação Europa Criativa organiza um conjunto de sessões online com o objectivo de informar em que consiste cada linha de financiamento da Vertente Cultura e o respectivo processo de candidatura.

Estas sessões dirigem-se aos profissionais culturais e criativos que pretendam desenvolver projectos transnacionais e/ou apostar na internacionalização.

Calendarização das sessões:

* Quarta Dia 30: das 10h – 11h30 > Europa Criativa Cultura – visão geral

* Quinta Dia 1: das 10h – 11h30> Projetos de Cooperação Europeia

* Sexta Dia 2: das 10h – 11h30> Circulação de Obras Literárias Europeias

* Sexta Dia 2: das 14h – 15h30> Redes Europeias e Plataformas Europeias

Inscrições: https://forms.gle/EB7XsM8uzMVdWxhe8

Mais informação sobre cada linha de financiamento: https://cutt.ly/omq0HK1

As sessões terão uma duração máxima de 1h30 e serão na plataforma ZOOM. As sessões não serão gravadas.

Após a inscrição e até à véspera da sessão, será enviado por email o link de acesso.

Declaração 2021 de apoio às Artes

Está disponível a Declaração Anual 2021 que define os Programas de Apoio que a Direção-Geral das Artes irá abrir durante este ano. Esta declaração, homologada no dia 1 de fevereiro pela Ministra da Cultura, Graça Fonseca, define as dotações orçamentais para cada linha de apoio, bem como os prazos limites de abertura, os domínios de atividade e as áreas artísticas. 

Em resposta à situação particularmente complexa que se tem vivido, com os fortes impactos da pandemia na atividade artística, foram tomadas medidas urgentes.  Dando continuidade a um persistente trabalho de apoio às artes a DGARTES anuncia agora a abertura – entre julho e novembro – de 11 linhas de apoio com uma dotação orçamental global de 9.880.000 €, o que representa um aumento muito significativo do esforço de investimento público na área das artes (mais 5.180.000 € em relação a 2020).

Relativamente ao Programa de Apoio a Projetos (6 linhas de apoio com um montante financeiro global de 8.280.000 €), a DGARTES pretende abrir, durante o mês de julho, os três concursos com maior expressão financeira, nos domínios da Criação e Edição, da Programação e Desenvolvimento de Públicos e da Internacionalização, contemplando todas as áreas artísticas – nas artes performativas: o circo, a dança, a música e o teatro; nas artes visuais: a arquitetura, as artes plásticas, o design, a fotografia e os novos media; e o cruzamento disciplinar. 

Será também aberto, até julho, um procedimento simplificado para apoio a projetos no domínio da formação e investigação, domínios que a DGARTES pretende reforçar através do incentivo à pesquisa e experimentação artísticas, como práticas inovadoras do desenvolvimento e do conhecimento.

Ainda no âmbito do Programa de Apoio a Projetos, e também até julho, abrirá o concurso limitado para a seleção da Representação Oficial Portuguesa na Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia 2022, sendo que a prioridade na internacionalização dos artistas portugueses encontrará ainda reflexo na abertura, em novembro, do Programa de Apoio Complementar ao Programa Europa Criativa.

Relativamente ao Programa de Apoio em Parceria (que irá contar com um montante de 1.600.000 €) está prevista a abertura, até outubro, de cinco concursos que fixam importantes linhas estratégicas da DGARTES para 2021. Representando uma aposta clara na articulação com outras áreas setoriais, estes programas de apoio vão permitir potenciar objetivos comuns em matérias fundamentais como a Multiculturalidade (parceria com Alto Comissariado para as Migrações), o Ambiente (parceria com Agência Portuguesa do Ambiente) ou o Envelhecimento Ativo (parceria com Santa Casa da Misericórdia de Lisboa). De sublinhar, ainda, as parcerias com o Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras de Lisboa (no domínio da investigação ligada aos arquivos de teatro e dança) e com a Antena 2 (no domínio da criação, numa vertente ligada às artes sonoras e ao teatro radiofónico).

A par com estas linhas de apoio (e com as medidas urgentes recentemente anunciadas), a DGARTES tem continuado a orientar a sua atuação numa lógica de médio e longo prazos, focando-se, igualmente, em medidas estruturais importantes que se prendem com políticas de sustentabilidade, investimento, inovação e coesão social e territorial. A revisão do atual Modelo de Apoio às Artes e a implementação do Programa Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses são exemplos dessas medidas centrais que irão, certamente, contribuir para imprimir uma nova dinâmica no tecido artístico nacional.

PROGRAMA DE APOIO A PROJETOSprogramadeapoioaprojetos.png

(*) Apoio a atribuir em 2022
(**) Apoio plurianual a atribuir em dois anos, com 240 000 € respeitantes a 2021 e 110 000 € respeitante a 2022
(***) Apoio plurianual a atribuir em dois anos, 300 000 € respeitantes a 2022 e 150 000 € respeitantes a 2023

PROGRAMA DE APOIO EM PARCERIA

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(*) Apoio a atribuir em 2022

Adesão à Rede Nacional de Teatros e Cineteatros

Os teatros, cineteatros e outros equipamentos culturais podem requerer a sua adesão à Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP), que consiste na avaliação e no reconhecimento oficial da qualidade técnica dos equipamentos culturais para integrarem a Rede. 

O processo de credenciação dos equipamentos na RTCP estará aberto em permanência, exceto nesta fase inicial, em 2021, em que haverá uma primeira janela temporalmente delimitada, que termina a 16 de julho. Os equipamentos que apresentarem o seu pedido entre 18 de junho e 16 de julho e que venham a ser credenciados poderão aceder à segunda fase da institucionalização da RTCP, que abrirá a 27 de setembro com o concurso de apoio à programação .

Com o objetivo de combater as assimetrias regionais e fomentar a coesão territorial no acesso à cultura e às artes em Portugal, a RTCP pretende contribuir para incrementar a procura e oferta culturais, reforçar a circulação de obras artísticas, aumentar as coproduções entre entidades, fomentar a articulação programática entre equipamentos integrados na Rede, envolver agentes culturais e artísticos locais, desenvolver estratégias de mediação, e incentivar boas práticas na transição digital, sustentabilidade ambiental, inclusão e acessibilidade física, social e intelectual.

Podem solicitar a credenciação para integrar a RTCP qualquer entidade, singular ou coletiva, de direito público ou privado, com domicílio fiscal/sede em Portugal (continente e regiões autónomas), que seja proprietária de um teatro, cineteatro ou outro equipamento cultural (auditório, coliseu, blackbox, sala polivalente/modular ou outro espaço, convencional ou não, dedicado à programação artística), cuja função predominante seja a apresentação de projetos de artes performativas e, complementarmente, de cruzamento disciplinar e de artes visuais, inclusive cinema e audiovisual.

Os pedidos de credenciação deverão ser apresentadas pelas entidades interessadas até ao dia 16 de julho (até às 17h00), através de formulário próprio, disponível no Balcão Artes»»RTCP 
Para além do preenchimento obrigatório do formulário, a entidade deve ainda anexar o documento de identificação do recinto (emitido pela Inspeção-Geral das Atividades Culturais), o documento comprovativo da propriedade, o regulamento interno devidamente aprovado e as plantas gerais do equipamento, bem como planta e corte do espaço de atuação e de exibição cinematográfica com escala. 
 

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Anúncio de abertura da Credenciação dos Equipamentos

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Mais informações sobre a RTCP e legislação aplicável:
https://www.dgartes.gov.pt/rtcp
Para esclarecimento de dúvidas, contacte: rtcp@dgartes.pt

Pedido de Credenciação:
18 de jun > 16 jul 2021 (17h00)

Jim Morrison morreu há 50 anos

Jim Morrison morreu a 3 de julho de 1971, passam agora 50 anos. Vocalista dos The Doors, morreu com apenas 27 anos em Paris, e ficou conhecido por muitas poesias improvisadas enquanto a banda tocava ao vivo.

Jim Morrison era filho do almirante George Stephen Morrison e sua mulher, Clara Clark Morrison, e ainda jovem, foi escoteiro. Frequentou a Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), formando-se no curso de cinema. Após a graduação e depois de um encontro casual com o seu antigo colega Ray Manzarek, leu-lhe alguns poemas (entre os quais o famoso “Moonlight Drive”), e ambos decidiram formar uma banda de rock. Para completar a banda, mais dois membros se juntaram a eles, Robby Krieger e John Densmore, que Ray conhecia das suas aulas de meditação. O nome da banda – The Doors – foi inspirado no livro The Doors of Perception de Aldous Huxley, que o tinha ido buscar a um verso de um poema de William Blake, que dizia: If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is, infinite. (Se as portas da percepção estiverem limpas/ Todas as coisas se apresentarão ao homem como são, infinitas)- The Marriage of Heaven and Hell.

Jim Morrison desenvolveu um estilo de cantar único e um estilo de poesia a tocar fortemente no misticismo, e adotou a alcunha de “Mr. Mojo Risin’”, um anagrama de “Jim Morrison” e que usou como refrão na música “L.A. Woman” no álbum com o mesmo nome, o último que gravou. Era também chamado de Lizard King retirado de um verso do seu famoso épico “Celebration of the Lizard“, parte do qual foi gravado no álbum Waiting for the Sun, adaptado a musical nos anos noventa.

Ainda antes da formação dos The Doors, começou a consumir drogas e a beber álcool em grandes quantidades, aparecendo frequentemente embriagado nas gravações.

Publicou dois volumes de sua poesia, em 1969, The Lords / Notes on Vision e The New Creatures. The Lords consiste em breves descrições de lugares, pessoas, eventos e pensamentos de Morrison sobre o cinema. Os versos de The New Creatures são mais poéticos em estrutura, sentimento e aparência. Esses dois livros foram depois juntos num único volume intitulado The Lords and The New Creatures. Esses foram os únicos escritos publicados durante a sua vida.

Da sua discografia destacam-se The Doors (1967) Strange Days (1967) Waiting for the Sun (1968) The Soft Parade (1969) Morrison Hotel (1970) ou L.A. Woman (1971)

Em março de 1971, após os membros da banda terem decidido parar por algum tempo, mudou-se para Paris na companhia da sua namorada de sempre, Pamela Courson, com o propósito de se concentrar na escrita, e aí morreu no dia 3 de julho de 1971, na banheira do seu apartamento. Na sua lápide, no cemitério do Père Lachaise está escrito: “Kata Ton Daimona Eaytoy”.

Morrendo o homem, nasceu a lenda.

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