Sugestões Culturais em Sintra

Sugestões Culturais

A coleção “galvanizArte comprimento de Onda”, de P. Scripton, pode ser visitada no MU.SA – Museu das Artes de Sintra, de 12 de dezembro a 24 de janeiro 2021.

As obras expostas de P. Scripton, são uma coleção de estudos, esculturas e instalações que resultaram da primeira incursão do autor no universo da escultura, num regime de residência nas instalações de uma suinicultura desativada.

As chapas de cobertura ondulada de aço galvanizado e alumínio, corroídas pelos gases dos dejetos dos suínos e erodidas pelos rigores do clima, constituíram o ponto de partida para uma aprofundada experimentação plástica.

Esta mostra, assume-se como uma expressão de alarme e protesto perante a Insustentabilidade de ainda haver humanos sujeitos a sobreviver, coartados da liberdade dos sonhos e da criatividade, em bairros de chapa ondulada.

“galvanizArte comprimento de Onda” presta homenagem ao malogrado artista e humanista Pedro Aguilar, que durante mais de uma década integrou empenhada e criativamente os projetos da equipa do Sintra Museu de Arte Moderna Coleção Berardo – Instituição que originalmente se sediou no Antigo Casino de Sintra e que atualmente acolhe o Museu das Artes de Sintra.

A entrada é gratuita para todos os visitantes, em todas as exposições do MU.SA e dos seis Museus Municipais de Sintra. Os Museus Municipais de Sintra estão distinguidos com o selo Clean & Safe.

Dia 17, João Reis Pedreira toca no bar Salloon em Sintra, pelas 18.30h.Sexta e sábado estará na Praia das Maçãs e no “Theatro”, em S. Marcos

Também dia 17, quinta feita, pelas 21h, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, como forma de celebrar os 25 anos de elevação de Sintra a património mundial, na categoria de Paisagem Cultural, 10 estruturas sintrenses apresentam ao público um espetáculo que visa celebrar a efemeridade, tentando apresentar, aquilo que faz de Sintra um sítio absolutamente especial, belo, mágico e único. E o que é o património e que Património(s) são estes que Sintra nos apresenta? O que podemos considerar de património? Os sons fazem parte do património sintrense? As imagens? As paisagens? As pessoas? As lendas? Os locais? Os autores? Os objetos? Os espaços?

Espetáculo multidisciplinar de quem é de Sintra para Sintra, os de nascença, os de afinidade, de coração ou amizade. O objetivo deste momento é revisitar o misticismo, tão impregnado em Sintra, nas edificações, na sua flora tão característica, nos seus sons e cheiros, nos lugares, nas suas gentes e costumes e em todas as outras pequenas grandes coisas que fazem de Sintra: um lugar único. Um património que não é exclusivo a quem é de Sintra, é da humanidade.

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA | M/6 anos. DURAÇÃO | 75 minutos aprox. PREÇO DOS BILHETES | Gratuito. INFO E RESERVAS | 219107110 Bilheteira.ccoc@cm-sintra.pt

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Direção: Paulo Cintrão e Rui Mário

Interpretação e criação: Ana Landum, Ana Lúcia Magalhães, Bruno Rosa, Carlos Gonçalves, Carolina Figueiredo, Catarina Rodrigues, Cecília Hudec Clara Marchana, Cláudia Alexandre, Duarte Ferreira, Fernando Grilo, Inês Lopes Gonçalves, Isabel Ribas, Joana Rodrigues, João Artur Dias Miranda, João Paulo Almeida da Silva, José António Soares, José Nobre, José Sabugo, Júlio Almas, Luís Fernandes, Mariana Fonseca, Miguel Moisés, Miguel Tirapicos, Nuno Borges Pinto, Nuno Cintrão, Nuno Pinto, Patrícia Cairrão, Paula Sousa, Paulo B., Paulo Cintrão, Pedro Bettencourt, Pedro Hilário, Ricardo Santos, Rui Mário, Rui Peixoto, Samuel Saraiva 

Cenografia: Júlio Almas

Dança: Madrasta Dance

Música: Farra Fanfarra

 Design gráfico: Carolina Figueiredo

Direção de Produção e Produção Executiva: António Bartolomeu

Produção: Câmara Municipal de Sintra, Byfurcação Chão de Oliva, Casa das Cenas, Madrasta Dance, Farra-Fanfarra, Teatro Tapa Furos, teatromosca, Teatro Efémero, Teatroesfera, RUGAS Associação Cultural 2020 foi um ano atípico, sendo para o mundo da cultura um período de sofrimento e resiliência. Mas como o Homem é o único animal que conhece a palavra Esperança, esperemos por um 2021 com vacina contra o desespero, a depressão e a descrença. Por um 2021 de recomeço, união e empenho nas lutas de sempre


Dias 19 e 20 de Dezembro, decorre na Casa do Fauno um curso de Herbalismo Mágico de Yule, com Isa Baptista. Ver informação abaixo.


Assinalando o 29° Aniversário da Orquestra da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme esta vai dar um concerto no dia 20 Dezembro às 18.00h em live streaming na sua página de Facebook.Assista Em Casa.Devido às limitações impostas pela DGS a lotação da sala está substancialmente reduzida. Apenas estão disponíveis alguns lugares, que podem ser reservados no Bar da Sociedade até dia 18 de Dezembro.

Apesar do adiamento da apresentação em Sintra, Filomena Marona Beja lançou o seu último livro, “Barcas Novas Levam Guerra”

Edição: Parsifal PT, março de 2020, 15,00€

Segunda metade do século XX: o país dir-se-ia alheio às mudanças que iam pelo do mundo. A Guerra! Os navios a largar do Tejo, a levar os militares para a guerra. Os lenços, as lágrimas. «Até à volta…», «Até à volta!».

E as senhoras do Movimento Nacional Feminino, que à despedida distribuíam uns cigarros, uns aerogramas: «Até à volta!» Voltariam? Sim, alguns voltaram, doridos, estropiados. Outros, dentro de urnas. E de alguns, nunca mais se soube.

Henrique e Rafael, irmãos, lutavam por vingar nos estudos. Henrique, aluno de Biologia, fora conseguindo adiar a recruta; já o irmão, estudante de Económicas e activo contestatário ao regime, não conseguira contornar as suas obrigações militares e fora destacado para a Guiné. Pouco tempo depois de embarcar no Niassa, deixa de dar notícias. Teria desertado? Ficara ferido na frente de combate? Havia Sido apanhado numa emboscada?

Inconfundível no estilo a que Filomena Marona Beja habituou já os seus leitores, Barcas Novas Levam Guerra é um livro depurado e vigoroso sobre a angústia que marcou uma geração e, em simultâneo, uma denúncia da intolerância e da repressão de um regime que se aproxima da sua agonia.


O Movimento Internacional Lusófono promove de 16 a 18 de Dezembro via ZOOM o VII Colóquio Luso-Galaico sob o lema “Saudade”.

Link Zoom: https://videoconf-colibri.zoom.us/j/9732783263

Para mais informações:https://iflb.webnode.com/maio-2020-vi-coloquio-luso-galaico-sobre-a-saudade/

Adriano Reis, “contador de estórias”, também escreveu sobre as suas terras da Morabeza, de que resultou o livro RUTXÊLA Stórias de LÁ.

Quem quiser adquirir, pode contactá-lo para 

conta.storia@gmail.com

EFEMÉRIDE

A 17 de dezembro passam 250 anos do batizado de Ludwig Van Beethoven, data das celebrações, uma vez que se ignora a data do seu nascimento.

Beethoven nasceu em Bona, atual Renânia do Norte (Alemanha) duma família de origem flamenga, cujo sobrenome significava horta de beterrabas e no qual a partícula van não indicava nobreza alguma. Em 1792, com 21 anos de idade, mudou-se para Viena, onde, fora algumas viagens, permaneceu para o resto da vida. Foi aluno de Joseph Haydn, e Antonio Salieri e Albrechtsberger, maestro de capela na Catedral de Santo Estêvão. Começou então a publicar as suas obras de que se destacam a Opus 1 (coleção de três trios para piano, violino e violoncelo) e as três sonatas para piano Op. 2 (1794-1795).

Foi em Viena que lhe foi diagnosticado, por volta de 1796, aos 26 anos de idade, a congestão dos centros auditivos internos (que mais tarde o deixou surdo).

O seu verdadeiro génio só foi realmente realçado com a publicação das suas Op. 7 e Op. 10, entre 1796 e 1798: a Quarta Sonata para Piano, em Mi Maior, e as Quinta em Dó Menor, Sexta em Fá Maior e Sétima em Ré Maior Sonatas para Piano.

Entre 1802 e 1804 compõs a Sinfonia nº 3 em Mi bemol Maior, Op.55, (Eróica), considerada o início do período Romântico na música erudita. Nos anos seguintes compôs a Sonata para Piano nº 21 em Dó maior, Op.53,(Waldstein), entre 1803 e 1804; a Sonata para Piano nº 23 em Fá menor, Op.57,(Appassionata), entre 1804 e 1805; o Concerto para Piano nº 4 em Sol Maior, Op.58, em 1806; os Três Quartetos de Cordas, Op.59, intitulados de Razumovsky, em 1806; a Sinfonia nº 4 em Si bemol Maior, Op.60, também em 1806; o Concerto para Violino em Ré Maior, Op.61, entre 1806 e 1807; a Sinfonia nº 5 em Dó Menor, Op.67, entre 1807 e 1808; a Sinfonia nº 6 em Fá maior, Op.68,(Pastoral), também entre 1807 e 1808; a Ópera Fidélio, cuja versão definitiva data de 1814.

A partir de 1818, surgem então a Sonata nº 29 em Si bemol Maior, Op.106, intitulada de Hammerklavier, entre 1817 e 1818; a Sonata nº 30 em Mi Maior, Op.109 (1820); a Sonata nº 31 em Lá bemol Maior, Op.110 (1820-1821); a Sonata nº 32 em Dó Menor, Op.111 (1820-1822); as Variações Diabelli, Op.120 (1819. 1823), a Missa Solemnis, Op.123 (1818-1822).

O culminar destes anos foi a Sinfonia nº 9 em Ré Menor, Op.125 (1822-1824), para muitos a sua obra-prima, em que pela primeira vez foi inserido um coral numa sinfonia. O texto foi uma adaptação do poema de Friedrich Schiller, “Ode à Alegria”, feita pelo próprio Ludwig van Beethoven. Os anos finais de Ludwig foram dedicados quase exclusivamente à composição de Quartetos para Cordas.

De 1816 até 1827, ano da sua morte, ainda conseguiu compor cerca de 44 obras musicais. Ao morrer, a 26 de março de 1827, estava a trabalhar numa nova sinfonia, assim como projetava escrever um Requiem. Ao contrário de Mozart, que foi enterrado anonimamente numa vala comum, 20.000 pessoas participaram no funeral de Beethoven, em 29 de março de 1827.

Saudações Culturais

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